A mudez das ruas é o grande enigma da campanha

A menos de 50 dias do dia da votação o que mais impressiona na campanha eleitoral deste ano é a mudez que beira a indiferença do eleitor em relação aos candidatos que estão postulando administrar Mato grosso do sul até 2030. A campanha não ganhou as ruas como se dizia antigamente, mas em termos atuais pode se dizer que também não ganhou as redes sociais.
Esse pouco engajamento da população dificulta uma avaliação dos marqueteiros e coordenadores das campanhas, pois até os números das pesquisas podem não refletir a realidade. Outro problema é que embora ainda esteja distante, em algum momento o eleitor vai ter que decidir em quem votar ou não votar em ninguém ou até mesmo de não ir votar. Se essa decisão for tarde, reduz o tempo para estratégias.

Azambuja puxará Contar para cima ou acontecerá o inverso
Já surge uma dúvida nos bastidores da campanha eleitoral para saber se Reinaldo Azambuja poderá fazer Capitão Contar crescer ou o capitão é que poderá fazer o ex-governador cair nas pesquisas que medem a intenção de votos na disputa pelas duas vagas ao Senado.

Campanha de Riedel deve esconder Flávio Bolsonaro
Coordenadores da campanha de Eduardo Riedel têm declarada preferência para que o candidato a presidente pelo PL Flávio Bolsonaro não venha a participar de atos em Mato Grosso do Sul.

Lídio Lopes cada vez mais isolado
O ex-deputado estadual Evander Vendramini do Avante anunciou desistência de concorrer a acima vaga na Assembleia Legislativa por considerar que o partido conseguirá apenas uma vaga e essa deve ficar com Lídio Lopes.

Condenações podem criar o terceiro turno
O número de candidatos com pendências na Justiça é bem grande e isso deixa em aberta a possibilidade de que muitos que serão eleitos poderão ser afastados durante o exercício do mandato.

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