Na prática a campanha eleitoral começa a tomar um rumo diferente do que é apresentado para o eleitor na propaganda politica. O grupo que era do PSDB e assumiu o comando do PL faz campanha sem apoiar o nome que representa o bolsonarismo que emergiu nas eleições de 2018 que seria representado pelo o ex-deputado estadual Capitão Contar e que concorre ao Senado.
Na verdade este abandono de contar é o desfecho de uma fritura que começou com o isolamento do deputado estadual João Henrique Catan que foi para o Partido Novo, prosseguiu com o impedimento do deputado estadual Marcos Pollon de concorrer ao Senado. O resultado disso é que tanto Contar quanto Pollon já fazem campanha ao lado de Catan e os antigos Tucanos junto com Vander Loubet que foi importante para a reeleição de Reinaldo e para a eleição de Eduardo Riedel.
Vander Loubet se aproxima de Reinaldo o pode se distanciar de Fabio Trad
Por conta dessa aproximação com Reinaldo Azambuja começa a surgir a desconfiança de que o candidato a senador Vander Loubet não deve se empenhar muito pela eleição de Fábio Trad.
Candidatos cobram repasse dos recursos do fundo eleitoral
O primeiro foco de crise financeira começa a surgir no PSDB com parte dos candidatos cobrando o repasse dos recursos do fundo eleitoral para que possam colocar a campanha na rua. Caso isso não aconteça, devem anunciar desistência.
Partidos que deverão desaparecer no MS
Alguns partidos que inclusive já tiveram forte representatividade politica devem desaparecer do mapa político de MS pois não deverão eleger representantes. PDT, PSB, PSD estão entre os desaparecidos.
Desespero no MDB
O MDB ainda não tem muita certeza se vai conseguir duas vagas na Assembleia Legislativa mas desconfia que apenas André Puccinelli estaria garantido enquanto Junior Mochila vai ter que começar a rezar.


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