Embora oficialmente presidindo apenas o PL, o ex-governador Reinaldo Azambuja tem o controle do Republicanos e do PSDB para a disputa eleitoral de 2026. Esta situação garante ao candidato ao Senado uma verba milionária para a sua campanha eleitoral além da maior fatia no horário politico eleitoral, A situação assegura as melhores condições para assegurar a sua eleição e ainda buscar assegurar a permanência de Eduardo Riedel como Governador por mais 4 anos.
Além deste partidos com a aliança com o PP o peso político da coligação assumidamente de direita torna-se imenso para a disputa eleitoral deste ano. Para o projeto eleitoral de Reinaldo Azambuja que busca a eleição para o Senado não deve faltar recursos financeiros o que poderá atrair até mesmo antigos desafetos justamente no segmento de extrema direita como são os casos do ex-deputado estadual Capitão Renan Contar e do atual deputado federal Marcos Pollon.
Fator Lula ainda preocupa os articuladores da Direita em MS
A passagem do presidente Lula por Capo Grande no fim de semana acendeu uma luza amarela entre alguns articuladores da coligação que apoiará Eduardo Riedel. Mesmo em um estado fortemente bolsonarista o presidente conseguiu empolgar a militância de esquerda e até mesmo segmentos de centro.
Plano B de Reinaldo Azambuja é o PSDB
Pelo jeito o Plano B de Reinaldo Azambuja é o PSDB pois a grande revoada rumo ao PL nem tem sido tão grande assim e o partido dos Tucanos pode continuar sendo a principal bancada na Assembleia ou pelo menos a segunda bancada podendo eleger até cinco deputados estaduais e mantendo dois parlamentares federais.
PL pode nem conseguir crescer tanto assim com a chegada de Reinaldo Azambuja
A super bancada que chegou anunciada pelos dirigentes do PL pode ser tão super assim e os que lá já estavam podem ter dificuldades para conseguir garantir a vaga com chegada dos pesos pesados como Paulo Correa e Zé Teixeira.
Bomba relógio nas entidades do Sistema S
Muito ligadas ao grupo que comanda os poderes em Mato Grosso do Sul algumas entidades que integram o conhecido Sistema S podem ser alvo de operações nos próximos meses e isso pode complicar projetos eleitorais que estão em andamento.


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