O sonho acabou para Gerson Claro, Pollon e Gianni Nogueira

Nos bastidores da campanha eleitoral de 2026 já se dá como certo o fim dos sonhos de chegar ao Senado para o deputado estadual Gerson Claro, o deputado federal Marcos Pollon e para a vice-prefeita Gianni Nogueira. Cada um deles terá que retornar para a sua devida realidade que pode ser menos ou mais cheia de pedras conforme o caminho que terão que trilhar nos próximos meses e refazer novos planos eleitorais.
Gerson Claro volta para a planície da disputa pela reeleição na Assembleia Legislativa ainda mais que a chapa da União Progressista é das mais pesadas. Marcos Pollon volta para o PL onde terá fortes concorrentes na disputa pela reeleição e além disso enfrenta um julgamento no Conselho de Ética do Senado que pode até mesmo culminar com sua inelegibilidade. Já Gianni Nogueira tem uma posição mais confortável pois continua vice-prefeita em Dourados e tem o nome cogitado para ser candidata a suplente na chapa de Reinaldo Azambuja que por enquanto lidera as pesquisas.

Divisão perigosa pode complicar eleição de representante para fronteira
Pelo menos por enquanto já se emboça a possibilidade de uma divisão no grupo que vem mantendo o controle político da cidade de Ponta Porã. O ex-prefeito Hélio Pelluffo é candidato declarado a deputado estadual e a esposa do prefeito Eduardo campos também faz campanha pelo mesmo cargo. Essa briga pode complicar a eleição de ambos.

Simone Tebet mesmo em campanha por São Paulo manterá um pé (o marido) em MS
A candidatura de Eduardo Rocha (marido da pré-candidata ao Senado por São Paulo) a deputado estadual já vem provocando sérios embaraços ao PSDB pois o ex-prefeito Ângelo Guerreiro que elegeu seu sucessor é adversário de Rocha e ficou contrariado. Isso já demonstra que Simone Tebet, através do marido não diz disse adeus a política de MS como muitos chegaram a publicar.

Bolsonaristas raiz não estão entre os favoritos do novo PL
O bolsonarismo raiz de Mato Grosso do Sul já desconfia que deve sair menor desta eleição com a chegada de Reinaldo Azambuja e a configuração de candidaturas que já se esboça nas chapas que estão sendo montadas pelo novo comando do PL.

Briga de Simone Tebet e Tereza Cristina pela presidência do Senado
Já se projeta que Simone Tebet ( caso se s venha ser eleita por São Paulo) é forte nome para presidir o Senado (caso o presidente Lula se reeleja. De outro lado a senadora Tereza Cristina já começa a ter o nome citado para a mesma função caso o eleito venha a ser Flávio Bolsonaro.

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