Apresentando posicionamentos distintos quando concede entrevistas em Mato Grosso do Sul das coletivas que realiza fora do Estado, pois aqui para a imprensa tupiniquin se recusa a falar de política mas lá fora abre tudo o governador Eduardo Riedel entregou tudo em um uma entrevista publicada na imprensa nacional e descartou qualquer possibilidade de apoiar a reeleição do presidente Lula. Ele definiu o PT como seu adversário com ou sem um membro dos “Bolsonaros” concorrendo ao cargo.
Para muitos essa posição pode complicar a vida de Eduardo Riedel caso não vença ainda no primeiro turno e mais ainda, pode jogar o potencial de voto da família Trad de vez na candidatura do néo-petista Fábio Trad. Riedel também deixa isolados e a beira de serem riscados do mapa político atual os bolsonaristas raiz como o deputado estadual João Henrique Catan e o federal Marcos Pollon que não terão vaga no PL para seus projetos (majoritários ou proporcionais) e terão com partir para o famoso “perdido por 10 , perdido por mil”.
Hora da onça beber água
Marcos Pollon e João Henrique Catan terão que tomar decisões importantes até o dia 4 de abril caso queiram realmente entrar na disputa majoritária. S permanecerem no PL terão que se submeter ao controle do novo presidente regional , o ex-governador Reinaldo Azambuja ou rezar para que o conselho familiar do Bolsonaros os salve até mesmo para conseguirem reeleições acirradas como será na chapa proporcional do PL.
Capital a beira do abismo político
A menos que o quadro mude muito até outubro ( e em política isso é possível) existe um forte abismo político em Campo Grande e não se sabe muito bem onde esse buraco vai dar. Nem mesmo a madrinha política da prefeita Adriane Lopes tem demonstrado muita esperança em uma recuperação a médio prazo e isso pode ter sérios reflexos na hora do eleitor definir seu voto.
Pra onde vai o Lídio Lopes
O deputado estadual Lídio Lopes , esposo da prefeita Adriane Lopes inda está sem partido e caso pretenda concorrer a reeleição terá que se filiar a uma sigla até o dia 4 de abril. O problema é o enorme desgaste que, atualmente ele carrega consigo pelo caos administrativo que a Capital vive atualmente.
Briga de foice no escura pelas oito vagas na Câmara Federal
Mesmo ainda não tendo sido definido o quadro de filiações dos políticos com mandato nos partidos, o que acontecerá até 4 de abril, já se sabe que será uma disputa difícil e que dependerá diretamente do encaminhamento das eleições presidencial e para o Governo do Estado. Dos oito que hoje lá estão fica difícil qual tem situação tranquila.


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