Que todo político pensa uma ou duas eleições à frente quando está disputando uma eleição não é nenhuma novidade. Todo político quando disputa um cargo projeta em um futuro próximo concorrer a um cargo mais importante e desta vez como os ocupantes de cargos majoritários não poderão concorrer devido a legislação eleitoral.
Em 2026 o fenômeno estaria sendo ainda maior tanto na disputa presidencial quanto no cenário de Mato Grosso do Sul pois tanto o governador Eduardo Riedel quanto o presidente Lula se reeleitos não estarão na disputa em 2030 e no caso de MS a mais importante prefeitura do Estado também não terá a prefeita Adriane Lopes na cédula eleitoral.
Nelsinho Trad e Tereza Cristina esboçam aliança eleitoral
Aproximação entre os senadores Nelsinho Trad (PSD)e Tereza Cristina (PP) começa vá deixar preocupados bolsonaristas pois desconfiam que a senadora não deverá apoiar o projeto de capitão Contar ou mesmo de Marcos Pollon.
Isolamento pode complicar eleição de Capitão Contar
Mesmo estando no PL, o ex-deputado estadual e ex-candidato a governador Capitão Contar vive um isolamento político até mesmo dentro do partido. Nem os bolsonaristas vêem com simpatia a sua aliança com Reinaldo Azambuja.
O que fazer com Marcos Pollon?
Mesmo que a pesquisa apresente argumentos incontestáveis, para confirmar uma possível escolha de Capitão Contar e não de Marcos Pollon para a segunda vaga na chapa ao Senado, haverá um segundo momento que será definir o destino de Marcos Pollon e qual a será a sua reação.
Verruck já pensa em ser suplente
Jaime Verruck já pensa em ser suplente de Capitão Contar o que poderia assegurar ao Capitão o apoio da estrutura da Fiems. As articulações já estariam bem adiantadas, restando primeiramente a confirmação de Contar como o segundo nome da chapa do PL.


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